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Os portugueses sempre estiveram ligados aos cavalos, através
da tauromaquia, como campinos (vaqueiros) e, por lazer, enfim
podemos afirmar que o cavalo está enraizado na nossa cultura.
Venha conhecer os nossos cavalos.
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ALTER REAL
| Característica: |
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Cor: Baio, castanho ou ruço |
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Estatura: 1,52 - 1,62m |
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Conformação: Cabeça de tamanho
médio, perfil convexo, espáduas fortes,
peito profundo e amplo, corpo curto, posteriores fortes,
membros sóbrios, jarretes flexíveis |
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Temperamento: Inteligente, temperamental, corajoso |
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Aptidão: Equitação |
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O
ALTER REAL é o cavalo nacional português. Esta raça
deve a sua origem às trezentas éguas andaluzas selecionadas
e importadas de Espanha em 1747 pela Casa de Bragança, a fim
de estabelecer uma coudelaria nacional na Vila de Portel na província
do Alentejo.
No inicio do séc. XIX durante as invasões napoleônicas
o número de exemplares da raça diminui drasticamente
devido ao cruzamento com cavalos Puro-Sangue, árabe, Normando
e Hanoveriano.
No séc. XX foram tomadas medidas no sentido de reconstituir
a raça através do cruzamento de Alteres-reais Puros
com Andaluzes.
Desde 1932, a recuperação da raça está
a cargo do governo português e é levado a cabo através
de um regime de seleção. Renasceu, assim, um cavalo
de sela de elevada qualidade e elegância. A sua inteligência,
força física e ação elevada fazem dele
um cavalo apto à dressage e exercícios de Alta Escola.
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LUSITANO
| Característica: |
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Cor: Geralmente ruço, pode ter qualquer
cor única |
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Estatura: 1,52m - 1,62m |
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Conformação: Cabeça pequena, perfil
retilíneo, orelhas pequenas, pescoço musculado,
corpo compacto, posteriores robustos, membros compridos
e delgados, cauda e crinas abundantes |
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Temperamento: Inteligente, cooperativo, muito corajoso |
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Aptidões: Equitação toureio |
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As origens deste cavalo são incertas,
mas tal como o Alter Real descende do Andaluz, embora se revele mais
resistente que o seu congênere. Assemelha-se ao Andaluz, embora
possua maior porção de sangue Árabe.
No passado, o lusitano foi utilizado pela cavalaria portuguesa e,
graças, à sua enorme força, tornou-se famoso
entre os agricultores enquanto cavalo de sela e de tiro ligeiro.
Atualmente, embora ainda seja usado para trabalhos agrícolas
leves, o seu papel mais importante é nas corridas de touros.
No limiar do séc. XXI o Puro Sangue Lusitano, volta a ser procurado
como montada de desporto e lazer e como reprodutor, pelas qualidades
de caráter e antiguidade genética. A sua raridade resulta
de um pequeníssimo efetivo de cerca de duas mil éguas
reprodutoras. Em Portugal, berço da raça, estão
apenas em produção cerca de mil éguas reprodutoras,
no Brasil seiscentas, em França duzentas, distribuindo-se as
restantes duzentas pelo México, Inglaterra, Bélgica,
Alemanha, Itália, Canadá e Estados Unidos da América.
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SORRAIA
| Característica: |
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Cor: Baio, ruço ou Palomino |
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Estatura: 1,24m - 1,32m |
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Conformação: Cabeça grande, perfil
retilíneo ou levemente convexo, orelhas compridas
com pontas pretas, peito pouco desenvolvido, espádua
pouco musculada, mas direita, pernas sólidas e
de sólida constituição, cascos bem
proporcionados |
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Temperamento: Independente, mas tratável |
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Aptidões: sela e carga |
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Acredita-se que os primeiros cavalos domesticados
na Europa tenham sido os da península Ibérica. Atualmente
descendentes desses eqüinos primitivos, isto é, das raças
fundadoras ainda podem ser vistas tanto em Portugal como em Espanha.
Entre eles encontram-se os da Raça Sorraia.
Esta raça é oriunda da região ocidental da península
Ibérica, na zona a norte de Lisboa atravessada pelo rio Sorraia.
O Sorraia vivia nos campos e durante anos a família d'Andrade
conservou uma manada em Estado selvagem. Atualmente já não
existem no seu estado natural. Os campinos, homens que lidam com o
gado na região do Ribatejo, utilizam o Sorraia freqüentemente
para lidarem com o gado. . |
GARRANO
| Característica: |
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Cor: geralmente alazão |
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Estatura: 1,02m - 1,22m |
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Conformação: Cabeça média
e pesada, orelhas curtas, peito profundo, abdômen
arredondado, espádua direita, pernas sólidas
e robustas, cascos bem proporcionados e rijos, cauda de
baixa inserção |
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Temperamento: Calmo, dócil, mas bastante nervoso |
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Aptidões: Sela, trabalhos agrícolas, tiro
médio pesado |
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| Este pônei é oriundo das
regiões portuguesas do Minho e Trás-os-Montes. É
uma raça muito antiga e assemelha-se a cavalos representados
em pinturas rupestres do paleolítico. Em épocas mais
recentes recebeu infusões de sangue árabe, contudo parece
que nenhuma deixou a sua marca. No séc. XVI deu origem ao Galiceno
e ainda antes disso provavelmente participou na formação
do Andaluz. |
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